O principal cemitério de Nevenunca, que agora ocupa boa parte boa parte da cidade e é cercado por um muro de pedra, tornou-se um bairro por si só. O cemitério recebeu este nome por causa de uma benção comum dada aos mortos quando enterrados aqui, pois acreditava-se que enquanto a cidade permanecesse em um terno verão, os falecidos jamais retornariam como desmortos.
Quando Nevenunca foi assolada pela Praga Mágica e posteriormente arruinada pela erupção do Monte Ignágora, o cemitério foi praticamente destruído e ficou abandonado. Contudo, logo após isso, forças thayanas lideradas pela Maga Vermelha Valindra Mantossombra ocuparam o cemitério e começaram a fazer uso de magias necromânticas para erguer mortos-vivos para serem usados como seus lacaios, e o desastre só não foi maior devido os esforços dos guias do destino, sacerdotes de Kelemvor.
Anos depois o cemitério foi novamente infestado por mortos-vivos erguidos por um Mago Vermelho, desta vez um homem chamado Tolivast, que pretendia amaldiçoar a Coroa de Nevenunca. Ele acabou sendo morto por aventureiros e os mortos-vivos foram mais uma vez destruídos.
No cemitério existe uma encruzilhada de sombras que leva à Semprenoite, a versão da cidade no Sombral. Em Mortenunca também é onde ficam as criptas dos membros da Guilda das Clepsidras.