Grildor, o Tirano Sangrento
Posto: Deus Menor
Classe: Algoz
Tendência: Leal e Maligno
Domínios: Tirania, Combate, Dor, Guerra
Símbolo: Uma espada negra atravessando uma coroa quebrada, com espinhos
ao redor
Arma Predileta: Espada longa
Títulos: O Tirano Sangrento, O Flagelo Indomável, O Carrasco das Guerras
Plano de Existência: A Arena de Ferro – Uma fortaleza colossal
cercada por muros de espinhos e aço negro, onde o conflito nunca cessa. Campos
de batalha ensanguentados se estendem além do horizonte, repletos de guerreiros
condenados a lutar eternamente. Os derrotados renascem apenas para continuar o
massacre, alimentando a sede insaciável de Grildor por dor e guerra.
Grildor sempre acreditou que o verdadeiro poder nasce da dor e do domínio absoluto sobre os fracos. Sua ascensão ao panteão das divindades malignas foi marcada por atos de brutalidade inigualável e conquistas que mudaram o equilíbrio do mundo.
Grildor não luta apenas por conquista, mas por prazer. Seu comportamento em combate é único: ele se deleita com a dor, tornando-se cada vez mais forte conforme apanha. Quanto mais seus inimigos tentam detê-lo, mais poderoso ele se torna, transformando-se em uma força imparável no campo de batalha. Seu riso insano ressoa entre os gritos de seus oponentes, anunciando que a guerra nunca terá fim enquanto ele estiver presente.
Grildor é um devoto fervoroso da dor, não apenas como um meio de domínio, mas como uma fonte inigualável de poder. Seus ensinamentos são transmitidos com brutalidade a seus seguidores, que aprendem a canalizar o sofrimento—seu próprio ou o de suas vítimas—para alcançar força sobre-humana.
Seus clérigos e guerreiros seguem diferentes caminhos dentro dessa doutrina sombria. Alguns se fortalecem ao infligir dor e sofrimento, sentindo sua energia aumentar a cada golpe desferido contra seus inimigos. Outros, ao contrário, tornam-se mais poderosos quanto mais são feridos, absorvendo a agonia como um combustível para sua fúria. Há ainda os que, como o próprio Grildor, transcendem essa dualidade e dominam ambas as artes, tornando-se verdadeiras máquinas de guerra que se alimentam da dor em todas as suas formas.
Os templos de Grildor são locais de terror e agonia, onde gritos ecoam constantemente pelos corredores escuros. Neles, é comum encontrar prisioneiros sendo torturados em rituais que testam os limites do corpo e da mente. Seus seguidores são frequentemente contratados como torturadores profissionais, servindo tanto a governos e forças policiais quanto a criminosos e senhores da guerra.
Os métodos de tortura utilizados pelos devotos de Grildor são temidos em todos os reinos, sendo considerados tão brutais que até mesmo alguns dos mais renomados algozes os consideram excessivos. Algumas práticas foram banidas por governantes e até por sociedades secretas de torturadores, tamanha a crueldade empregada. No entanto, para os discípulos do Tirano Sangrento, não há limite quando se trata de extrair informações ou subjugar a vontade de seus inimigos—pois, para eles, a dor é a mais pura expressão de poder.
Feitos de Grildor
O primeiro de seus grandes feitos foi a participação na guerra contra os ursos polares. Grildor, liderando um pequeno exército, com sua experiência e estratégia em combate, foi crucial para a vitória de seus aliados. Grildor pessoalmente derrotou vários generais e foi uma peça fundamental para a vitória do grupo, marcando seu nome na história.
Grildor participou da libertação do temido Mão Sangrenta, uma entidade desconhecida que, uma vez solta, espalhou carnificina e destruição sem precedentes. Grildor e seus aliados romperam as correntes que mantinham esse ser aprisionado, dando início a uma era de terror e guerra.
Ele também participou da invasão da prisão do Reino de Ferro, onde resgatou Stronded. Essa ousadia atraiu a atenção dos próprios deuses, que passaram a temer a ascensão de Grildor.
No auge de sua sede por poder, Grildor liderou um ataque sem precedentes contra o Palácio dos Leões, uma fortaleza sagrada pertencente a uma das mais nobres e respeitadas famílias de paladinos. Com sua lâmina negra, ele massacrou os defensores do palácio, profanou seus altares e quebrou seus escudos sagrados, provando que não havia força capaz de impedi-lo.
A Ascensão de Grildor como Braço Direito de Hextor
Desde seus dias como mortal, Grildor seguiu fielmente os ensinamentos de Hextor, o Deus da Guerra e da Tirania. Sua devoção absoluta e seu talento para a batalha brutal chamaram a atenção do próprio deus, que começou a testá-lo com desafios cada vez mais mortais.
A Queda de Varzoth, o Tirano das Mil Faces
Entre os muitos tiranos que marcaram a história, poucos se igualaram a Varzoth, o Tirano das Mil Faces, campeão de Bane, o Senhor da Tirania. Guerreiro cruel e estrategista implacável, Varzoth governava um exército imbatível e possuía um poder singular: a capacidade de criar múltiplas cópias de si mesmo no meio da batalha, confundindo e massacrando seus inimigos. Seu domínio era protegido por uma fortaleza mágica, um artefato lendário forjado pelos próprios deuses há mais de 10 mil anos, impenetrável para qualquer força mortal.
Porém, quando Grildor ascendeu como grande conquistador, os dois tiranos entraram em rota de colisão. Grildor e a Quimera invadiram a fortaleza de Varzoth e, no confronto final, enfrentaram-no em um combate direto. No auge da batalha, Grildor se viu cercado por doze cópias do inimigo, sendo golpeado de todos os lados. Mas, em vez de fraquejar, ele apenas crescia em força e fúria, aproveitando a dor como um combustível para seus ataques brutais. Com cada golpe sofrido, Grildor retribuía com ainda mais violência, até que, um a um, as cópias foram destruídas.
Quando finalmente sobrou somente o verdadeiro Varzoth, o combate se tornou um duelo sangrento de resistência e brutalidade. No fim, Grildor desferiu o golpe final, empalando o tirano e reivindicando sua fortaleza como troféu. Com isso, ele consolidou seu nome como o maior tirano que já existiu, e a antiga fortaleza de Varzoth, A Arena de Ferro, se tornou seu domínio, um símbolo de sua supremacia.
Ao derrotar o campeão de Bane, Grildor chamou a atenção de Hextor, demonstrando ser um de seus maiores seguidores e recebendo o status de Escolhido por um tempo.
A Ruína da Barreira do Mundo
Seu maior feito, no entanto, foi durante a destruição da Barreira do Mundo. Lutando ao lado da Quimera, ele esmagou qualquer resistência, tornando-se um exército de um só homem. Cada ferida que sofria apenas o fortalecia, e cada golpe desferido aumentava ainda mais sua fúria.
No momento decisivo, ele foi um dos principais responsáveis por romper a barreira, selando o destino de Leônidas e dos Campeões de Enarue. Com a queda de seus oponentes, o caminho foi aberto para a entrada de entidades sombrias que alteraram o equilíbrio do mundo para sempre.
Por esse feito, Grildor e seus aliados foram elevados à divindade. Agora, como Deus da Tirania e do Combate, ele observa os mortais de sua fortaleza, guiando aqueles que, como ele, abraçam a arte da dor e do domínio absoluto.
Agora, como divindade, Grildor se tornou o mais respeitado campeão de Hextor, um verdadeiro braço direito de seu senhor, levando adiante sua vontade com punho de ferro.