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Emília

Maga

04/04

Eu não sou o que chamariam de uma pessoa perfeita. Minha mente vive sitiada por vozes cruéis:
"Foge."
"Salva a ti mesma."
"Eles não importam."
"Deixe que todos morram."

Mas, ironicamente, me peguei rezando inúmeras vezes nestes últimos dias. Clamando por salvação, gritando por socorro aos deuses — não por mim, mas pelo meu grupo. Quando o paladino se atirou naquela batalha perdida, eu implorei aos céus por intervenção, mesmo sabendo que eles costumam ser surdos às nossas preces.

A morte dele... a queda de tantos aliados naquele navio… tudo aquilo pareceu o fim absoluto. Quando Thander avisou que a alma do paladino havia se perdido, meu único pensamento foi recuperá-la. A qualquer custo.

No entanto, é fácil falar em "qualquer custo" no calor da perda. Agora, olhando para os feridos, para aqueles que encararam a morte de tão perto, esse preço parece infinitamente alto.

O retorno à capital e à guilda foi imerso em uma névoa. Eu já me sentia completamente perdida, sem rumo, quando Jang Mi me designou a tarefa mais cruel: ir até uma reunião e informar à esposa do nosso líder sobre o ocorrido.

"Ele tinha família..."

Assim que pisei naquela casa, meu peito ardeu com uma dor que rivalizava com qualquer ferimento de um combate mortal. Lá estavam os filhos e a esposa, esperando pelo pai, pelo marido que não voltaria. Não tão cedo.

A conversa fluiu com uma calma perturbadora. Os olhos dela não demonstravam fraqueza ou desamparo e, no meio daquela dignidade inabalável, lá estava eu, mais uma vez, prometendo trazê-lo de volta, custasse o que custasse.

Justo quando a despedida se desenhava, o mordomo anunciou o ataque. Dragões negros. O tempo escorreu por entre nossos dedos; em um único golpe o teto foi arrancado e as criaturas emergiram dos escombros, erguendo-se imponentes e aterradoras sobre nós. Quando dei por mim, nosso amigo já estava preso nas garras de um deles... e eu congelei. Incapaz de agir.

"Proteja-os."
"Ninguém mais pode morrer."
"Todas essas mortes são culpa sua."
"Você vai fracassar."

Em um reflexo de desespero, conjurei esferas de proteção. Cobri todos que estavam ao meu alcance. E então, reuni o resto da minha voz:
— O que vocês querem?!

As garras apontaram deliberadamente para eles. Para ela, a esposa, a mãe, as crianças, os filhos...

"É claro. Mais uma morte. Mais um erro nas suas costas."

Eu não vou deixar. Eu vou ficar, vou lutar até o fim... e então... tudo simplesmente apagou.

.
.
.
.

— Cadê eles?!

Eles não estão mais lá. O tempo avançou, e eu não fiz nada. Mais uma maldita vez, eu não fui capaz de fazer nada.

"Eu sou um lixo."
"Eu não consigo."
"Eu deveria ter morrido no lugar deles."

A ruina da esperança 07/03

Inicio da guerra 
Eu me lembro ainda de como foram os primeiros ataques eu estava em pânico, tinha me alistado a ordem de magos do reino mas não achei que iria precisar ir para a batalha tão cedo.
Só lembrava dos rostos dos meus irmãos mais novos e da minha mãe quando sai de casa com a ideia idiota de ser uma grande maga. Ajudar aquela cidade que sempre era atacada e esquecida na fronteira com a floresta das bruxas. 
De como ninguém lembraria deles, e de que eu não podia ir até lá sem ser uma desertora. "a capital é nossa prioridade" . Era um dia de chuva e o cinza preenchia o céu. E foi nesse dia que eu ouvi a canção. 
Era baixa e triste falava sobre os dragões antigos das historias de ninar, uma esperança que iluminava o reino, "quando ver o lobo prateado não se preocupe ele veio para ajudar", era alguém ajudando aquelas vilas esquecidas e desamparadas, era a esperança. 

Dias atuais 

Estamos finalmente caminhando ao encontro do restante do grupo que desapareceu no navio, quando chegamos na taverna os rostos que deveriam ser de alivio parecem triste, quando a conversa difícil começou algo me paralisou, por alguns segundos não ouvi nada. "recuperei meus poderes" como? 
Aquele símbolo ... Bane

não

não

não

Por algum tempo eu vi a esperança se desfazer, mas então aquele céu cinza me veio a cabeça, ele era o herói só precisava se lembrar disso. 

falei tudo que acreditava, tudo que podia pois é verdade não precisamos dele, mas nunca foi necessidade seguir o Grimwolf Fullbuster e sim uma escolha, não precisamos dele mas queremos que seja ele ... 

Eu não vou deixar minha esperança desaparecer, nem a minha e nem a de todos no reino, quantas vezes não vi criança dizendo nas ruas "eu sou o heroi Grimwolf e vou salvar todos" em meio a uma luta de espadas de madeira e correrias, risadas e esperança. 

Nem que eu morra eu vou trazer ele de volta... 

Quando todas as paras saíram de minha boca sem parar eu so esperei ou a morte a redenção de um amigo. 

agora estamos no tempo pensando em como recuperar os poderes do nosso amigo que em fim voltou para seu estado normal. 

Carta ao mar 22/02

Não sei se vamos sair vivos disso, então estou escrevendo caso alguém encontre.

Fomos enviados de uma família importante do reino para recuperar um navio perdido. No caminho, nosso navio foi destruído depois de vários ataques. Conseguimos ajuda do nosso líder, o paladino, e fomos para uma vila. Lá descobrimos onde estava o navio e conseguimos um teletransporte até o local.

Quando chegarmos, alguma coisa nos atacou. Veio das sombras. Não vimos o que era. Perdemos três companheiros nesse momento. Não tivemos escolha além de fugir.

Meu teletransporte não era forte o suficiente para nos levar até terra firme, então invoquei cavalos voadores de sombra para atravessarmos o mar. Ficamos voando por cerca de 14 horas, a uns 300 metros acima da água, em alta velocidade.

O problema foi o cansaço.

Começamos a perder o controle das magias. Tentamos invocar novos cavalos, mas falhamos. Dois aliados acabaram caindo no mar. Eu usei mais magia do que devia, indo além do meu limite, mas consegui fazer os cavalos de volta.

Depois disso, quando já estávamos de novo a 300 metros de altura, um dos nossos caiu.

Eu pulei atrás.

Usei teletransporte para alcançar os outros dois que estavam caindo e depois usei de novo para evitar o impacto com a água. Fiz isso segurando os três.

Não sei como consegui. Mas depois disso, minha magia acabou.

Agora estamos no meio do mar.

A clériga conseguiu conjurar caminhar na água, então estamos de pé sobre a superfície. Um deles está dormindo, completamente exausto. Eu não tenho mais magia nenhuma.

Se alguma coisa aparecer agora, não tenho como defender ninguém.

Estamos presos aqui.

Se esse for meu último registro, foi isso que aconteceu.

07/02

Com tudo levemente dando errado, as coisas parecem quase impossíveis. Após um tempo nosso líder chegou para ajudar com alguns recursos, os marinheiros já começaram os trabalho, alguns dia se passaram e eu passei maior parte do tempo ensinando o exec a criar itens maravilhosos, nos tempos vagos auxiliei o paladino a pegar algumas magias, uma espada peculiar claramente. 


Quando o barco estava quase pronto um ataque veio do nada,  eram Merrow aquelas criaturas horrendas tomando o barco e acertando em cheio, não precisou de muito para tudo escurecer…

Quando vaguei para o fim algo me puxou de volta, Duran estava lá para ajudar e como um estalo já estava em outro lugar com um teletransporte. Agora tudo que penso é que todos precisamos sair vivos dali.

Com o combate seguindo os aliados começaram a cair e tanto eu quanto o Ezick preferimos achar tempo prendendo os inimigos em esferas para evitar o pior...

22/11

Após um combate contra ogros e a perda de Shared, a ida para algum local seguro se tornou uma opção, quando voltávamos pela trilha uma criatura surgiu a nossa frente, um ser criado de magia, uma criatura forjada pela própria bruxa. Correr de encontro a ela não era uma opção então retornamos para a clareira.
Logo após o inicio do combate uma magia nos prendeu ao chão, raízes subindo em nossos pês. A fuga se tornou inviável, minhas magias se mostraram inúteis no combate, e a magia do inimigo era mais forte do que eu poderia lidar. 

Quando achávamos que nada poderia piorar sinto socos sendo disferido em mim e em meus aliados sem saber ou notar de onde veio. Quando percebi meus aliados começaram a cair um por um, Millia se mostrou ágil retirando o Paladino da batalha com um teletransporte, eu fiz uma esfera para me manter segura e consegui sair com a mesma magia, que diga-se de passagem está instável, muito instável. 

Cai em um local que a um tempo foi uma cidade, e hoje nada mais é que crateras de puro nada, quando tentava me esconder uma escuridão tomava o lugar de forma desproporcional, e em pânico acabei de teletransportando novamente. Agora me via de frente um ser já conhecido, um Elfo Purpura que nem de longe é uma boa coisa. Não me orgulho mas fiz o que foi preciso para sobreviver...

Quando retornava para cara um encontro me surpreende um cavaleiro montado em um Wyvern, canalizei todo meu poder e desintegrei a criatura e nem esperei para ver o que ocorreu com o cavaleiro. Mais perto do reino fui acertada por um arqueiro e consegui sair do combate ficando invisível. Acho que nunca tive tanto azar e sorte ao mesmo tempo. 

Cheguei de volta a Capital e agora após trazer todos de volta o Paladino reuniu todos os membros dos Lobos prateados para informar algumas missões que se fazem de estrema importância, agora resta escolher quem vai se arriscar a lutar conta uma horda de pessoas possuídas por demônios, ou quem vai ir ao inferno. 


19/07

Um combate que parecia perdido se via de novo possível, ataduras cobriram o corpo de cada um que lutava essa batalha, trazendo de volta a vida que havia deixado cada um deles.

Quando tudo parecia perdido, um dos dirigíveis inimigos se aproximou revelando rostos familiares saindo dele voando em cristais (nem eu entendi isso muito bem), aliados se unindo ao combate, o novo fio de esperança se voltava principalmente ao príncipe enquanto o restante de nós voltava o combate às criaturas de as e ao mago.

Pouco depois um novo dirigível surgiu dessa vez revelando novos inimigos, que se tornaram alvos para os combatentes, um Naga monge que batia mais do que se podia prever previamente, e um lobisomem que poderia ser a criatura que amedronta as crianças nas histórias.

Um combate difícil e quase impossível começou, o paladino acertou com tudo um golpe no lobisomem que fez com que o mesmo caísse (Ele deslizou lentamente pelo cristal até cair). O Naga e os elementos de ar continuaram deferindo ataques até que novamente vimos os nossos combatentes caindo. 

E como mais um fio de luz, as ataduras do anjo que agora estava nos ajudando fez com que todos continuassem na luta. Golpe a pós golte de todos ali um a pós o outro inimigo foi caindo. 

Quando nós vimos de frente ao general mago, nada parecia funcionar e foi ao que o nosso paladino percebeu que são 5 magos dentro de uma espécie de tanque de metal com invisibilidade. Quando nosso concelho dos magos fica sabendo logo bola um plano que envolve fazer os novos aliados quebrarem essa barreira e desse a porrada neles (foi bem eficaz).

Vimos o paladino se aproximar de onde estava o príncipe que agora se encontra um casulo roxo pulsante. E uma bela cena os 3 irmãos lado a lado lutando por Neran, quando o casulo se parte Grin Wolf defere 3 golpes precisos que parte algo liberando uma onda por todo o campo de batalha, jogando tudo que estava no ar para longe, ferindo algumas pessoas, desmaiando outras e deixando alguns atordoados. 

Mas o corpo do príncipe caindo causou uma comoção, inimigos começaram a recuar e os que lutavam por Neran que podiam fazer algo começaram a ajudar os feridos. E agora nosso paladino se vê parado em frente ao anjo das ataduras em busca de ajuda para aqueles que caíram por Neran ao seu lado.

05/07

O combate chegou ao fim sem perdas, e quando começávamos a recolher o que parecia útil um guerreiro se aproximou do grupo, Roff, seguido de um batalhão de mais de 40 homens. Algumas conversas depois de entender a situação que estávamos uma bola de fogo nos atingiu e quando a guerra parecia começar a caminhar pra o nosso lado, percebemos um mago voando em um tipo de disco mágico com muito mais truques que posso imaginar. Preparados para de alguma forma enfrenta-lo vemos surgindo um outro ser com a armadura ornamentada e estampando de cara ser um nobre inimigo, provavelmente o principe que estava por perto. 

O grupo se encontrou perdido e sem rumo, entendendo que o poder que temos não se compara aos dois voando em nossa frente. A distância nos mantém ainda camuflados no caos da guerra, mas o pouco tempo que temos pra tomar uma decisão pode ser o que mudará tudo.

14/06

Pouco depois de me juntar ao grupo do paladino, encontramos um elfo de cor púrpura que é claramente duvidoso, com poucos recursos e muitos problemas ainda pela frente o paladino e sei grupo fez um acordo com o elfo, um favor da família de um escolhido de Thir em troca de ajuda na guerra e da conquista da donzela do mar. 

A noite passou e quando estávamos a caminho de mais uma batalha ouvimos que um dos generais inimigos estava perto da região, e fomos tendo esse combate como objetivo. Derrotar um dps generais para poder equilibrar mais o campo de batalha. 

O combate começou já com tudo que tínhamos, humanóides se tornando criaturas como gigantes e planares. - Vamos dizer que eu fiz algumas coisinhas - os computadores ajudaram como puderam para o preparo do combate. 

A primeira perda foi do nosso lado, o general que parecia um se tornou seis e o pesadelo em que ele montava era real. Nosso aliado que eu não sei o que faz muito bem caiu com um só golpe. A batalha foi sendo travada enquanto o fogo era consumido e nada que os magos faziam parecia surtir efeito. 

Quando uma colina de chama queimou o local se revelou uma criatura de cerca de 7 metros, um clerigo membro da elite, um dos piores membros no caso. O paladino foi com tudo para cima da criatura em um voo rápido e certeiro, foi uma troca de golpes precisos mas o que o clérigo não esperava era que o paladino iria dissipar todo sua mágia ao invés de atacar e quando o paladino finalmente derrubou ele, o general fez sua segunda vítima. 

Quando isso aconteceu nossa barbara que parecia agora um planetário subiu aps céus para ver o que poderia fazer e de longe viu vindo com tudo um lorde das profundezas e ambos se trombaram em uma investida que fez nosso grupo ter mais uma perda.

Nossa cleriga fez de tudo para salvar o paladino e com um salto ela chegou até ele mas um bater de asas e o caos de um combate no ar chamou sua atenção, quando se virou para trás pode ver junto com todo o resto quatro dragões lutando entre si, um vermelho com o tamanho bem maior que os outros 3 que estavam contra ele, um azul, um verde e um vermelho. 

Quando por um reflexo a paladina criou uma esfera em volta dela e do paladino só pode ver o dragão sendo jogado pelo maior como alguém que jogou uma pedra no chão com toda força, um estrago imensurável foi feito as casas e rua, pode ser notado que dragão verde foi arremessado no rumo do lorde das profundezas. A cleriga para sair usou um teleporte levando o paladino e o corpo do clérigo inimigo. 

O combate ainda se manteve algumas fagulhas de combates foram vista ao longe, e após isso as bolas e fogo e magias dps magos começaram a ser festivas o que ajudou a derrotar 5 das cópias do general sobrando somente um, quando as magias já estavam chegando ao fim uma criatura um meio dragão demônio e não sei mais o que vermelho apareceu e ajudou a derrotar o cavaleiro e o pesadelo ...

Lissa

Quando o sol se esconde e da vez a lua e as luzes das fogueiras o brilho amarelo reluz nas armaduras dos guerreiros.
Lissa uma guerreira dos Lobos Prateados reluz na luz da noite.

(tenho medo do "Cerberus")

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A druida ...

Quando a mare se acalma podemos em fim respirar, Ela parece a brisa leve em um mar calmo, o silencio não é incomodo e a presença não amedronta mas fez ou outra vejo em seus olhos tempestades.a13f537b-b740-48f6-82b7-f46b6878579f.png