1. Journals

Capítulo 1- O Circo está chegando! Está?!

Logo cedo, Magnus Thunderhand, clérigo de Onahar e o jovem guerreiro Aeron Hopeshard, se encaminharam para o seu costumeiro ponto de encontro a oeste de Thaliost em uma estalagem afastada. Ambos sabiam que o circo estava chegando, não é nenhuma surpresa pois a Lona Ancestral costumeiramente participa do grande festival da A Ascenção todos os anos. No entanto, eles receberam, a 4 noites, a informação de que estava havendo um levante dos donos de terras ao sul. Pelo que souberam um conflito entre refugiados e fazendeiros gerou uma mobilização contra os desterrados. Ao saber disso, o pessoal do Circo resolveu ajudar os refugiados para evitar que houvesse um banho de sangue. Ansiosos por novas informações e preocupados com a situação no geral, O jovem Aeron e Magnus aguardavam a chegada da caravana, mas quem chegou foi  Ed, o que siguinifcava que Sylvius precisava passar alguma informação urgente, ou que algum problema sério estaria acontecendo.


Ed: Oi pessoal! Então, as coisas estão meio esquisitas.

Magnus: Bom dia garoto, espero! Por que os ventos ligeiros adiantam sua chegada?

Aeron: Coisa boa com certeza não é mestre anão. 

Ed: Pois é! Aldeões revoltados tentaram executar Refugiados ao sul. Tentamos ajudar o máximo de pessoas que conseguimos sem levantar suspeitas, mas creio que muitos outros podem não ter conseguido. Quando descobrimos os planos dos lideres de terras lá, recolhemos nosso acampamento e levamos conosco o máximo de refugiados que conseguimos.

Magnus: E quantos foram?

Ed: Cerca de 20 pessoas. Maioria são mulheres e crianças, Cerca de 9 menores.
Aeron: Mas que droga! Estão todos bem?

Ed: Até o momento que me adiantei parece que sim. Mas não é só isso que me fez adiantar. Entre os refugiados está um casal de gemeos Elfos que tem uma marca do dragão bem esquisita. Parece a mesma marca de Varys D'Thuranni, mas é muito estranha. Os aldeões resolveram perseguir elas, pois acreditam em algum tipo de bruxaria que envolve as crianças. 

Magnus: Entendo a situação Ed, mas não podemos abrigar essa gente aqui, o Templo de Onatar está lotado e, devido a situação atual com o governador e a população, estamos sobrevivendo aqui por muito pouco. 

Ed: Então... não temos muito o que fazer. Não temos recursos para manter esse pessoal com a gente o tempo todo. E se formos descobertos acredito que a coisa vai azedar até para o velhote Melkien.

Aeron: Não tem jeito magnus, nós temos que dar um jeito de ajudar...

Ed: Olha eu vindo pra cá, passei numa vila que tava se preparando para A Ascenção. E se usarmos o festival para liberar as pessoas durante as festividades?

Magnus: Hum... Não sei, mas pode dar certo. Só que se der errado vai ter um efeito contrário, caso descubram que estamos usando uma festa tão importante para a Chama Prateada como engodo... Vejo tochas...

Ed: Ihh Relaxa pequituxo! Dá nada não...

Aeron: Hahahahahahaha! Não me faça rir Ed, por favor! Mas acho essa idéia boa. Podemos falar com a Donna, ela costuma participar do evento por conta da estalagem, podemos ir até ela e passar a situação.

Magnus: É meu caro, mas também precisamos passar a informação para Melkien, a situação dos refugiados é perigosa para todos.


Depois  de se encontrarem todos decidiram que deveriam rumar primeiro a estalagem para encontrar com Donna. No caminho encontraram Varys D'Thuranni carregando algumas sacas de cereais a pedido do pessoal da estalagem. Ao contarem a história ele ficou muito intrigado e interessado no caso dos gêmeos e logo se prontificou a ajudar.

Ao encontrarem Donna, informaram todo o caso e o Incidente e ela pareceu muito preocupada, mas concordou em ajudar com o plano. Em conversa todos definiram que seria necessário vestir os refugiados para não parecerem abandonados e disfarça-los na multidão. Além disso, seria preciso mantimentos para deixa-los saudáveis e simular como se fizessem parte da equipe técnica do circo. Para que esse plano desse certo ela sugeriu que cobrassem um favor a Nelt Ostron, dono de um bar no lado norte da Thaliost perto das docas. "Digam a ele que estou cobrando 'aquele' favor..." disse Donna com ar misterioso.

O Grupo então decide que valeria o esforço e pelo horário ainda dava tempo de voltar e receber a caravana. Chegando no bar de Nelt logo confrontaram o dono do estabelecimento. Nelt não estava muito satisfeito em pagar a tal dívida, mas foi persuadido pelo grupo e informou que poderia ajudar com os mantimentos no fim da tarde, mas quanto às vestes o grupo poderia, também, cobrar uma dívida a um cliente dele. 

Marque Delorme era um grande estilista de Aundir nascido em Cyre. Devido às complicações da guerra perdeu tudo e tenta reafirmar-se na realeza servindo como costureiro/estilista à burguesia de Thaliost e região. Nelt informou que Marque atualmente mora em um barco nas docas comerciais. Lá é também o atelier dele onde ele prepara as roupas e demais itens de seu trabalho. A Equipe combinou com Nelt que voltariam no fim da tarde para buscar os mantimentos e foram direto para as docas.

As dócas ficam a poucos minutos do bar de Melt e o grupo não demorou muito a chegar, no entanto demoraram um pouco para encontrar a embarcação. A cidade, como um todo, está repleta de Cavaleiros da Chama Prateada e policiamento de maneira geral. Uma patrulha fazia ronda nas docas durante a busca dos heróis. depois de algum tempo encontraram um barco que batia com a descrição informada por Melt.

Em um primeiro momento não havia movimento, parecia vazio o barco. Encontraram um bêbado no meio de caixas próximo do barco de Marque. O velho, que se chama, Barns disse que acredita que Marque saindo do barco bem cedo, Não conseguiu confirmar pois era bem cedo e ele estava de manto com o rosto coberto ao que parece.

Enquanto conversavam com o velho, uma dupla de guardas da chama prateada apareceu em ronda e abordou o grupo.  Uma pequena confusão se iniciou e aproveitando a situação, Edd sorrateiramente se afastou da confusão e adentrou no barco, que estava com a porta aberta. Lá dentro encontrou sinais de luta com martas de sangue entre outros detalhes. 

Quando o grupo se livrou dos guardas, Varys D'Thuranni entrou no barco chamado por seu companheiro, pois ele notou qua havia alguem escondido no barco.

Ao revirarem encontraram Marcus! O garoto informou que havia adentrado pois viu a porta aberta ficou "preocupado" com o Marque Delorme, na verdade o pequeno queria mesmo safanar algo de valioso ou comida. Depois de repeenderem ele e pegarem informações vasculharam o barco e encontraram as roupas que precisavam e o diário de clientes do artesão. 

Como precisavam esperar até o fim da tarde para conseguir os mantimentos para levar para os refugiados decidiram levar as roupas para o templo enquanto recebiam a chegada da caravana. A caravana infelizmente trouxe a informação de que fora atacada na noite anterior. Nesse ataque os Gemeos Elfos haviam sido sequestrados segundo Sylvius Trusk. O grupo investigou a caravana, mas não encontraram pistas sobre o que pode ter havido. 

Durante o processo o grupo recebeu mais informações sobre a situação da praga que se espalha entre os refugiados e um dado de que tem ocorrido desaparecimentos entre os refugiados, principalmente os adoecidos. Além disso Melkien Ravel foi informado que a praga finalmente infectou um cidadão de Thaliost. Isto por si só é um grande problema, pois a revolta e xenofobia contra os desabrigados é certa. Gerando muita preocupação com os demais. 

O grupo decidiu fazer uma emboscada nos 2 principais locais de tratamento dos refugiados, sendo no templo e nos muros de Thaliost. Ao entardecer foram Varys e Aeron buscar os recursos no bar de Nelt. Lá foram surpreendidos por guardas que abordavam o Nelt, que prontamente apontou para os aventureiros dizendo "foram eles", com isso os guardas anunciaram voz de prisão, Varys fugiu, mas Aeron Hopeshard se entregou. Estava sendo acusado de assassinato de Marque Delorme

A situação ficou tensa nesse momento, Marcus e varys levaram a notícia para Donna que com ajuda de seus contatos conseguiu resolver o problema, no entanto, Aeron teria que passar a noite ainda na cela.

Durante a noite a tocaia deu certo e a equipe com Magnus Thunderhand e Varys D'Thuranni conseguiu avistar uma movimentação estranha. Uma carroça com um guarda da ordem da chama prateada e um plebeu carregando algo saindo do campo de refugiados no portão sul. No mesmo tempo houve um embate com Edd e os refugiados no templo. Ele seguiu o rastro chegando numa trilha antiga que levava para o bosque a 1h do templo. O primeiro grupo, por sua vez teve Varys correndo atras da carroça indo em direção ao bosque a 90 min da cidade enquanto Magnus ia em seu encalço. 

A perseguição furtiva e rastreio deu frutos, na noite chuvosa com som alto da agua caindo pesada e trovoadas, ajudou o grupo na perseguição furtiva. Ed chegou primeiro, no que parecia ser uma mansão antiga abandonada na floresta. Ele esgueirou-se e procurou uma forma de entrar na edificação. encontrando uma entrada na parte de cima alguns minutos depois. Enquanto isso Varys e Magnus chegaram no mesmo local pela entrada traseira, encontrando a carroça parada do lado de fora com farrapos. Investigando com suas habilidades Varys confirma que pessoas foram carregadas ali. Os dois decidiram entrar no local e logo foram surpreendidos com um cão de guarda que alertou o pessoal que ali dentro estava. Um grupo de guardas e fazendeiros avança sobre a dupla junto ao cão, enquanto Ed observava de um meznino acima ao combate iniciara. 

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