1. Characters

Sao Yun

Maga

Jogador: Paulo Almeida

Personagem: Sao-Yun (Female)

Nacional de: T’u Lung/Kara Tur

Natural de: Balanzia

Classe: Mago

Conhecimento. A única coisa que conseguiu me separar da maior paixão da minha vida.

Minha família se viu separada na Guerra Civil de Shou Lung. Toda uma dinastia separada pela ignorância e pela fome de poder. Um homem que governa com unhas e dentes a favor da honra passar fomo em prol dos desejos de um imperador falido. Meu avô nos abandonou. Essa foi a escolha dele. Ele só não sabia que as pessoas não iriam desistir de seus lares e da vontade de ter suas próprias concepções de vida.

Sempre acompanhei meu pai em suas decisões e ele sempre respeitou as minhas, mesmo quando resolvi seguir o caminho do conhecimento arcano em prol da sabedoria. Como a relação entre meu pai e meus tios não ficou muito boa depois da guerra civil, eu acabei me isolando para aprender sobre a magia e seus desígnios.

Estudei magia em Ventrax na Escola de Okaning. Foram bons anos, conheci boas e más pessoas mas todas elas tinham algo a me ensinar. Eu aproveitei tudo. Única coisa que tenho a reclamar é a saudade que eu sentia da Mi, ela realmente faz muita falta pra mim. Ela está demorando voltar.

Decidi sair pelo mundo em busca de aprender mais e expandir meu conhecimento sobre tudo. Decidi que não vou deixar os problemas da minha família atrapalhar o meu destino e tão pouco o destino das coisas que eu amo. Um dia meu avô vai perceber o que está deixando passar e o que realemnte vale a pena defender.

Levo comigo a espada que ganhei do meu avô ainda pequena. É uma lembrança de quando ainda éramos família.


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Capítulo 1: Chegada a Green River

Green River

"Green River. Um nome simples. Uma cidade simples."

Fui designada pela Ordem dos Magos Chishiki Inari a explorar a região onde ainda ecoavam os vestígios de guerras antigas: disputas entre escolhidos dos deuses, bruxas banidas e tragédias esquecidas. Meu destino era Green River, uma cidade pequena, cortada por um rio que lhe dá nome.

O lugar parecia cansado, como se tivesse sobrevivido tempo demais sem nunca ter tido tempo de florescer. As casas eram modestas, a economia claramente frágil — nem pobre o suficiente para gerar revolta, nem próspera o bastante para inspirar esperança.

Minha missão era clara: deveria me juntar a uma guilda local. Não por glória ou ouro — embora eu admita que pergaminhos e reagentes custem caro —, mas porque esse era o caminho mais eficaz para acessar conhecimento prático. A Ordem me ensinou que saber sem agir é uma forma de egoísmo.

Foi então que conheci uma guilda marcada por uma tragédia recente: sua sede principal havia explodido, em um atentado sombrio que atingiu também o orfanato que ela mantinha. Não hesitei. A Guida era Lobos Prateados liderada pelo Senhor Grimwolf Fullbuster.

Como arquiteta e cartógrafa, senti que poderia oferecer mais do que feitiços. Me ofereci para ajudar a reconstruir a sede da guilda. Não por caridade — mas porque reconstruir algo do zero é uma das formas mais puras de aprender sobre ele.