Mais uma missão suicida. E eu aqui de novo.
Dá pra acreditar que vamos entrar no mar
durante uma tempestade? Coisa de maluco.
Nós nos equipamos com o melhor que tínhamos,
e ainda não acho que seja o suficiente.
Eu, um conjurador de magias escoladas, praticamente uso apenas fogo. Ainda bem que no grupo temos um bom clérigo, experiente, ao menos foi o que me disseram. Bunfil, um monge bem eficaz. Minha miga Emília, dando o suporte mágico. Xes Ferrítyr e sua imponência/ malandragem e o cruzado maluco na parte braçal. Jang Mi, uma especialista que está lidando com a guilda durante as férias do gatão. E não posso esquecer da druida, que irá perguntar para o mar, por onde anda o navio da rainha. Após fazer as contas do caixa da guilda, perceberam que estavam no vermelho. Propuseram então algumas missões para angariar fundos. A nossa atual missão é uma delas. Jang Mi recebeu da nossa majestade um trabalho, em que seríamos recompensados pelo navio, é mais ainda se levasse os seus tripulantes de volta. Escolhemos quem iria e partimos em cavalos para um porto. No caminho paramos em uma taverna, onde passamos a noite, a nossa organizadora de viagens propôs que dormissemos todos em um só quarto. Ela achou que assim seria mais seguro, claro que eu concordei, e para que os outros ficassem mais confortáveis eu cederia minha cama para que outro usasse e eu dormiria com o Xes Ferrítyr . Mas a guia estragou meu lazer me colocando para dormir com a Emília. No meu turno, uma coisa estranha aconteceu. Uma mão saiu da sombra e mexeu nas coisas do Xes Ferrítyr , assim que me virei, ela se escondeu e fugiu logo. Fui averiguar se estava faltando algo, mas além de perceber que ele estava escondendo uma marmita inteira dentro da calça, não achei nada de diferente. Acordei ele então para avisar, ele encontrou uma moeda dentro do seu bolso, que não estava lá antes. Essa moeda emanava uma aura de adivinhação, que percebi ao castrar a magia, cogitamos que tinha algo a mais nela, porém o mais provável é que seria um objeto de localização. Eu pensei em tirar ela desse plano colocando-a em um dos bolsos da sacola prestativa, ao cair lá dentro já não fez nada, mas após o Bandim(Bunfil) pedir para olhar a moeda e eu ter pedido para devolver depois, ele arremessou para longe a moeda. Um conflito foi instaurado, Alguns ainda voltaram a dormir, outros saíram do quarto para correrem riscos desnecessários, eu fiquei no quarto preparando minhas magias, até que o Bunfil e o Xes Ferrítyr chegaram falando alto. O Monge disse que o guerreiro tinha falado com uma mulher que estava atrás da moeda e queria ajudar ela a encontrar. Já o guerreiro disse que não entregaria a moeda para ela, e sim ficaria com ela, já que descobriram que está moeda é muito poderosa. Pessoalmente acho que deveríamos ver quais poderes ela tem, e se for utilizável por nós que seja, se não for, destruí-la, não sendo possível destruir a maldita, guardá-la em um lugar seguro. Resolvemos então continuar nossa missão, mas Xes Ferrítyr quis ficar e procurar a morada, para ajudar eu fui até próximo de onde ela estava, e ativei a magia que localiza objetos, mas ela não apareceu no meu radar. Porém o Xes Ferrítyr quis continuar a procura dessa moeda, enquanto íamos para o porto. Chegamos a cidade portuária, e logo a praia também, nela avistamos uma mulher muito distinta, com algumas cartas, e o pessoal da Capithar ali. Ficamos atraídos pelas cartas, então eu fui até lá, Emília minhas “best” veio junto, e como um comboio do “metagame” todos vieram atrás. Ao falar com está mulher sobre aquele baralho, ela disse que nele tinham suas magias, pensei então que se tratava de um grimório em cartas, e isso seria um luxo na minha mão. Perguntei quanto custava e ela disse que era apenas para quem entrava para o grupo, e que chamaria seu chefe para falar mais sobre isso. Ela então tirou uma carta e invocou um homem, ele disse ser o antigo portador de um baralho mágico, em que fazia maravilhas as pessoas que ele encontrava, mas aquilo era uma prisão, e ele foi liberado a pouco tempo, usando agora essa outra técnica para fornecer poder as pessoas, ele disse que tinha sido preso por deuses, há milênios atrás. Mas era impedido magicamente de dizer quem eram e o motivo da prisão. Depois de algumas perguntas, sobre o que nos deixaria aptos a utilizar de tal habilidade, ou o que teríamos que sacrificar, ele nos entregou cartas, Emília pegou primeiro, e sua imagem apareceu na carta, eu peguei a minha e o mesmo aconteceu. No primeiro momento nada demais aconteceu, mas estamos na expectativa. Finalmente chegamos ao navio, mas apesar das orações dos marinheiros por clemência do mar, ele se transformou em um monstro faminto. E nele estamos, como loucos que somos, arriscando nossas vidas por algo que dificilmente teremos êxito.