RESUMO SESSÃO 25/10/25
Numa quarta-feira durante uma tarde quente de verão eu caçava nas florestas de Miridian próximo da vila de Dóiran e uma luz forte brilhou no céu. O som de dez mil trovões ecoou como se fosse acabar com a floresta em um único ato, mas logo em seguida eu vi o rastro de fogo e fumaça rasgando o céu e cindo a alguns quilômetros de onde eu estava. As árvores balançaram e o chão tremeu quando a luz tocou no horizonte e eu caminhei a passos largos em direção ao acontecido.
Uma cratera enorme, desordem e árvores caídas guiavam o caminho até um vapor quase
sólido que esquentava meus pés quando andava. Cada passo aumentava o calor e em meio ao vapor um corpo desfalecido. Toquei com cautela, primeiro com um galho e após com minhas mãos e não percebi pulso. Aquele ser humanoide estava morto.
Arrastei ele para fora do buraco e carreguei até a vila para que o mestre monsenhor avaliasse a condição dele. Nada havia a ser feito.
Removemos a armadura que envolvia aquele corpo, vermelha feita de escamas. Marcas em sua pele aparentemente lembram de trabalhos místicos que com certeza não cheiravam com magia do bem. Limpamos bem o corpo e envolvemos com um sudário reservado para os indigentes, perfumamos o corpo com mirra e fizemos as orações devidas para que os deuses deste mundo o levem para os campos de descanso ou para as provações vindouras.
Enterramo-lo em cova rasa no terreno da igreja e seguimos nosso dia já que a tarde avançava e a noite já caía.
Noite normal, mas naquela noite sonhei novamente com a escadaria do destino.
No dia seguinte logo pela manhã, ouvi um grande estrondo próximo do templo e corri para ver do que se tratava. Fogo e destruição, metade da vila havia desaparecido. Ao longe conseguia ver 4 figuras humanoides que gritavam: - Onde está? - Onde enfiaram a armadura?
Eles gritavam e diziam algo sobre uma "armadura da alma do dragão" e eu só conseguia pensar se deveria mesmo ter retirado aquele corpo do buraco onde estava já que claramente eles falavam da armadura que estava na igreja retirada do corpo do indigente.
De repente um homem de hobby azul grita para que todos se ajuntem e no desespero os sobreviventes correm até ele para correr da destruição que se aproxima. Este homem ergue as mãos e uma energia começa a desenhar um círculo e várias inscrições no chão, sangue escorre de seu nariz e de repente todos nós somos transportados para Fiore. Aparentemente estamos na capital do reino de Neran. Ao chegar somos recebidos por uma população bastante solicita que nos ajuda a levar o homem misterioso de hobby que se encontra desacordado para o templo da cidade. Um outro homem, aparentemente mago se achega e ouve quando converso com os acólitos do templo sobre o acontecido e ele se interessa em nos ajudar. Chama um senhor de bigode engraçado, Montoya seu nome, que ajuda a levantar o místico teleportador.
Em seguida nos oferece abrigo pelos próximos dias para decidirmos como ajudar cerca de 30 pessoas que vieram de Dóiran.
No dia seguinte sou apresentado ao líder do bando, algo relacionado com prateado o nome do grupo. Eles comentam sobre como somos fracos para enfrentar os perigos de voltar para a região de Miridian. Aqui neste reino por certas magias de teleporte não funcionam bem, uma anomalia qualquer. Sugerem que possamos alocar os aldeões em uma vila próxima comandada por uma "amiga" do guerreiro XES.
São 12 dias de viagem com alguns encontros misteriosos pelo caminho. Um dos líderes do bando usa toda sua persuasão para evitar qualquer confronto desnecessário apesar que em um deles eu senti um mal que claramente nos deixaria em maus lençóis caso houvesse uma luta. Enfim ao chegar vamos procurar um local para que os aldeões se instalem.
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